Cães


    Os cachorros são os grandes companheiros de Luiz Fabio e Neusa nesta vida de fazendeiros. Não imaginamos a fazenda sem eles. No início eram cães policiais, adaptados à lida no campo. Nick e Lauda, o primeiro casal animal. Um dia Fabiola ganhou um pequeno dachshound e Neusa logo o chamou de Freud, tamanha a alegria e transformação que trouxe. Mais adiante chegaram os labradores e daí, tudo mudou. Abrimos o canil Estrela de Aiuruoca de onde saíram mais de 70 filhotes.
    Muitas histórias os nossos fiéis amigos compartilharam conosco.
    Muitas alegrias e ensinamentos também.

    Galeria de filhotes

    Irresistíveis momentos dos filhotinhos que aqui nasceram.


    Barack (2008-2011)

    O estabanado

    “Sai pra lá Barack!”

    Esta foi a primeira frase que Maya, minha filha aprendeu a falar por volta de seus 2 anos de idade (de tanto ouvi-la, claro). Barack não pára. Pula e brinca o tempo todo. Ainda um jovem afoito precisando muito de um líder.

    Vive importunando o Drops que anda preguiçoso até para dar bronca. Mais uns meses e chega ao ótimo período de 3 anos e esperamos muito que sossegue à partir de então!

    Em 2011, Barack saiu correndo atrás de um caminhão com cadelas no cio... foi atropelado. Agora vive em nossos corações.

    Drops Estrela de Aiuruoca (2001)

    “Coelho, meu menino!”




    Vamos começar por este apelido: Coelho. Foi Dona Neusa quem Drops primeiro chamou a atenção. Era uma bolinha de pêlos brancos muito maior do que os irmãos. Tão gorducho e fofo que ela logo tratou de chamar de coelho. E coelho ficou seu apelido por muito tempo. Hoje é o adulto líder da matilha. Seu pai Amom o ensinou muito bem. O problema é que desde que os mais velhos se foram Drops ficou preguiçoso. Está muito gorducho e exercício não falta pra ele!

    Ultimamente, depois que chegou a Cuca, pobre Drops! Como é difícil satisfazer as fêmeas...

    Amanda Chácara das Rosas (1998 - 2010)

    Discreta, carinhosa e super mãe
    Amanda é um doce. Companheira, esperta e amável, puxou o gênio do pai, Amom. Teve inúmeros filhotes e sua dedicação como mãe é impressionante. Ensinou-nos bastante sobre o instinto materno/animal.

    Hulk (1996 - 2008)

    Cão carente, amigão

    Impossível resistir à carinha de “me deixa aqui vai!” do Hulk. Ele se intrometia nas rodas, nas fogueiras e se deixasse a porta do carro aberta lá estava ele tentando entrar pra ficar junto da gente. Depois de muitos anos conosco, já bem velhinho, foi picado por uma cobra e não resistiu. Deixou alguns filhotes, mas infelizmente nenhum na fazenda.

    Eros Estrela de Aiuruoca (2002- 2011)

    Força garoto! Este é um exemplo.
    O EROS é uma vitória. Vitória da vida, de força e esperança.
    Aos 2 meses de vida viajou para São Paulo, como a maioria de seus irmãos e primos (aproximadamente 60 labradores filhotes nos últimos 6 anos) para sua nova e alegre família.

    Veio no meu colo e quando enjoava de mim, dormia no banco de couro, até ficar com medo e pular de volta. Adorável bichinho amarelo-claro, peludo, com-cara-de-carente cheirando o ar com seu focinho preto.
    Aos 3 meses de vida apresentou um problema que não regredia e sem diagnóstico preciso. Ele travou os movimentos da parte traseira do corpo, com exceção da cauda. Sua nova família tentou vários recursos na cidade, mas não encontrou alternativa melhor senão devolve-lo a mim. Após vários exames, a recomendação do veterinário responsável em São Paulo era para sacrificá-lo, sem diagnóstico nem prognóstico.

    Fabio, meu marido não se conformou. Ele veio dirigindo o carro naquela viagem quando Eros veio para São Paulo no meu colo. Ficou encantado com a paciência do filhotinho em meio ao engarrafamento, na entrada pela marginal Tietê.

    Apoiou-me na decisão de levá-lo de volta depois de minha conversa com a veterinária de meus cães, a Dra. Márcia Felício, lá de Caxambú. Ela havia me dito que trabalhava com uma pessoa que fazia acupuntura em animais, que teve resultados fabulosos e curado vários casos complicados.

    Não tivemos dúvida: levamos o Eros para lá.

    Eros viveu por 1 mês na clínica da Dra. Márcia, e por 3 meses no sítio da Tatiana, em São Lourenço, no Sul de Minas Gerais. Lá, junto com outros 4 “casos complicados” e vários “ex-casos-complicados” ele fez seu tratamento de amor, fisioterapia e acupuntura.

    Voltou a andar, e lida bem com suas limitações. Está hoje com 8 anos de idade e muito bem obrigada! Adora nadar e nos acompanha com desenvoltura nas caminhadas pelas estradas de terra. Uma lição pra qualquer ser humano.

    Cuca a apaixonada pelo Eros (direita)

    Branca – Happy de Malurica (1994 - 2010)

    A meiga – cheirosa e gostosa de abraçar.
    Branca foi a melhor nadadora que São Pedro já teve.
    Rápida para nadar e rápida para caçar. De seus inúmeros filhotes junto com Amom, nasceu Drops que não resistimos, ficamos com ele.

    Última atualização (Seg, 08 de Outubro de 2012 10:29)